EMPRESTIMOS CONSIGNADOS

Relógio

POLICIAS UNIDAS SEGURANÇA GARANTIDA

PEC 300 JÁ! OU O BRASIL VAI PARAR

EMPRESTIMOS CONSIGNADOS

terça-feira, 26 de julho de 2011

Goleiro Gustavo do Sport agride volante Elivelton do Vasco em Minas 25.0...

Secretário de Roseana tenta burlar a legislação da PM para ser coronel.!!!!!!!!

Secretário de Roseana tenta burlar a legislação da PM para ser coronel

Diversas ações na Justiça estão prestes a estourar por oficiais da Polícia Militar do Maranhão em repúdio a iminente promoção do tenente-coronal José de Ribamar Vieira, secretário-chefe do Gabinete Militar da governadora Roseana Sarney. Segundo comentam-se nos bastidores da PM, Vieira será promovido tão logo surja a primeira vaga de Coronel para as promoções do mês de agosto deste ano.
Dentro dos 42 cargos de tenentes-coronéis existentes hoje na PM, totalizando o limite quantitativo previsto na legislação vigente da corporação (Lei especifica da PM), Vieira ocupa a 44ª posição na escala hierárquica, estando na situação de “excedente” dentro do quadro dos oficiais superiores que ocupam o cargo de tenentes-coronéis.
Vale ressaltar que José Vieira não completou, até a presente data, o interstício para a promoção de agosto de 2011, que é o tempo limite para as promoções subsequentes ocupadas dentro do posto.
Até 30 de agosto de 2009 Vieira exercia o cargo de major da PM, sendo promovido ao posto atual em 31 de agosto daquele ano. Isto é, constituiu-se uma afronta à legislação da PM, uma vez que com apenas 02 (dois) anos no posto de tenente-coronel já está “praticamente decidido” que Vieira ocupará o cargo de coronel sem ter o devido preparo para tal, em detrimento dos demais companheiros que estão no dia-a-dia nas ruas do Estado com longas folhas de serviços prestados à sociedade maranhense.
Há mais de 20 anos o tenente-coronel Vieira presta serviços a família Sarney. Talvez por esta razão se acha merecedor da mais alta patente da corporação como forma de presenteá-lo pelos trabalhos oferecidos ao clã em detrimento dos demais companheiros de caserna que não ocupam o mesmo destaque diante dos olhos da governadora Roseana Sarney.
De mais a mais, ao tomar conhecimento que estava impedido de concorrer às próximas promoções dos oficiais da PM para agosto deste ano, mediante reunião da comissão de promoção de oficiais PM (CPOPM), que não tolerou mais esse desmando contra a honra dos bons policiais militares que servem realmente a sociedade maranhense, José Vieira impetrou recurso administrativo montado junto à PM para ser enviado a Procuradoria Geral do Estado (PGE). Imagine qual será a homologação do parecer do órgão que serve com afinco ao Governo.
Diante de tal situação, a PM maranhense espera uma resposta à altura do seu papel diante da sociedade sob pena do governo Roseana macular uma história de 175 anos de existência de uma das maiores instituições do Estado.

VERGONHA NACIONAL. O ESTADO MAIS RICO DO BRASIL QUER CONTRATAR POLICIAIS TEMPORARIOS COM SALARIOS DE MENDINGOS.!!!!!!!!!!!!!!!

Que salário!

A Polícia Militar do Estado de São Paulo vai contratar 2.663 pessoas por meio de concurso público para ganhar até R$ 1.090. O edital do processo seletivo prevê contrato temporário de dois anos para a função de soldado.
Os candidatos têm que ter entre 18 e 23 anos, além de ensino fundamental completo. Aqueles que forem selecionados serão distribuídos por cerca de 120 municípios paulistas.
De acordo com o publicado no Diário Oficial do Estado, as inscrições poderão ser realizadas, exclusivamente pela internet, do dia 8 de agosto a 2 de setembro, no site da Vunesp.
A taxa para cadastro será de R$ 20, mas candidatos desempregados ou que ganhem até dois salários mínimos por mês podem pedir desconto de 50% nos dias 8 e 9 de agosto.
A vaga de soldado temporário tem contrato de dois anos de duração e os contratados farão serviços administrativos, auxiliares de saúde e defesa civil.
A prova será composta de 50 questões objetivas com perguntas sobre as disciplinas de português, matemática, história, geografia e atualidades. O primeiro teste está marcado para dia 16 de outubro.
Fonte: http://surgiu.com.br/noticia/16324/policia-militar-vai-abrir-concurso-de-2663-vagas-com-salario-ate-r-1090.html

LEI COMPLEMENTAR Nº 169, DE 20 DE MAIO DE 2011.!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

EMENTA: Redefine a estrutura de remuneração dos Militares do
Estado de Pernambuco, e dá outras providências
O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a
seguinte Lei Complementar:
Art. 1º Ficam reajustados, para o quadriênio de 2011 a 2014, os valores do
soldo dos Militares do Estado, bem como dasgratificações instituídas pelos
artigos 8º a 12 da Lei Complementar nº 59, de 05 de julho de 2004, e
alterações, cujos efeitos se darão a
partir de 1º de julho de 2011, e de 1º de junho de cada ano subsequente, nos
termos dos Anexos I a IV da presente Lei Complementar.
Art. 2º Fica extinta, a partir de 1º de julho de 2011, a Gratificação Adicional de
Tempo de Serviço (GTS), instituída pela Lei nº10.426, de 27 de abril de 1990, e
alterações, por incorporação dos seus respectivos valores nominais ao soldo
dos Militares do Estado.
Art. 3º Das disposições constantes nos artigos anteriores não poderá resultar
decesso remuneratório para o Militar do Estado,salvo em razão de erro de
cálculo ou reforma de decisão anterior, cuja eventual diferença detectada
deverá constituir parcela de
irredutibilidade de vencimentos, expressa e fixada nominalmente.
§ 1º O valor da parcela de irredutibilidade de vencimentos de que trata o
caput
deste artigo será definido de forma a assegurar,aos Militares do Estado, um
reajuste mínimo de 5% (cinco por cento) em relação à sua remuneração atual,
e será concedida em caráter precário, enquanto persistir a diferença que a
originou, devendo ser suprimida, parcial ou integralmente, quando de
posteriores majorações na remuneração desses servidores, a qualquer título.
§ 2º Para efeito do disposto no parágrafo anterior, considerar-se-á vencimentos
os valores definidos nos termos do artigo 1º,§ 2º, alínea “b”, da Lei
Complementar nº 13, de 30 de janeiro de 1995.
Art. 4º A Parcela de Complementação Compensatória de que trata o § 1º do
artigo 21 da Lei Complementar nº 59, de 2004, e alterações, passa a
corresponder ao valor da Gratificação de Risco de Policiamento Ostensivo
estabelecido para o militar ocupante do último posto de hierarquia da
respectiva Corporação, observados os respectivos períodos de vigência
definidos no art. 1.º desta Lei Complementar.
Art. 5º Aplica-se aos Militares do Estado as disposições do artigo 19 da Lei
Complementar nº 155, de 26 de março de 2010.
Art. 6º As disposições contidas nesta Lei Complementar são extensivas, no que
couber, às respectivas aposentadorias e pensões pertinentes, observada a
legislação específica em vigor.
Art. 7º As despesas decorrentes da execução da presente Lei Complementar
correrão por conta de dotações orçamentárias próprias.
Art. 8º Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 9º Revogam-se as disposições em contrário.
PALÁCIO DO CAMPO DAS PRINCESAS
, em 20 de maio de 2011.
EDUARDO HENRIQUE ACCIOLY CAMPOS
Governador do Estado
WILSON SALLES DAMAZIO
FRANCISCO TADEU BARBOSA DE ALENCAR
PAULO HENRIQUE SARAIVA CÂMARA
JOSÉ RICARDO WANDERLEY DANTAS DE OLIVEIRA
ALEXANDRE REBÊLO TÁVORA
THIAGO ARRAES DE ALENCAR NORÕES

Miséria Humana e Roubalheira Política Sustentam o Poder.!!!!!!!!!!!!!!!!!!

publicado no dia 26/06/11 //
Por Heloísa Helena*
O simbolismo das datas – ao longo da história da humanidade – auxilia a todos nós a refletir sobre acontecimentos diversos e assim poder comemorar em alegria exuberante as conquistas ou chorar em melancolia e tristeza profunda as perdas ou criticar com veemência as omissões e cumplicidades que destroem a dignidade humana ou simplesmente preferir nem conhecimento delas tomar e ponto!
O mês de junho, para o Nordeste especialmente, tem a lindeza das recordações das meninas de tranças – que todas nós do interior já fomos – a pular fogueiras com vestidinhos de todas as flores e a gritar nas quadrilhas juninas… “…olha pr’o céu meu amor…” ou “… só porque não vem quem tanto eu queria…” e os sorrisos e olhares e suspiros e lágrimas de amor primeiro! Além das muitas atividades articuladas, também neste mês, pelos agentes públicos e movimentos sociais especialmente para datas relacionadas a temas de grande importância nas Políticas Sociais como a Defesa do Meio Ambiente, Erradicação do Trabalho Infantil, Combate à Violência ao Idoso, etc.
Nos festejos juninos digamos que mudou um bocado! As lindas e gigantescas festas, com raras exceções, estão recheadas do propinódromo onde a vigarice política ganha muito dinheiro nos contratos fraudados e consolida poder ludibriando o povão! Setores da elite política bebem todas, cheiram muito pó, conquistam votos e se perpetuam na administração pública ao ritmo de muitas festas e de profunda e triste miséria social. Nas festas da manipulação política – e no consumo desvairado das drogas lícitas ou ilícitas por muitos do povo – está o antídoto perfeito da rebeldia social!
A população, em maioria, rapidamente se esquece da roubalheira política, da indigência social, da miséria humana… se esquece dos que estão nos Hospitais Públicos com feridas fétidas e mergulhados em fezes e urina; das mulheres com terríveis cânceres de mama que mais parecem couve-flor apodrecidos e que não conseguem leitos hospitalares nem para mastectomias; dos flagelados das enchentes e das secas nas tendas de calor, sujeira e promiscuidade; das famílias vulneráveis socialmente, penduradas em barracos ou casebres nas encostas, sem conseguir vivenciar a delicadeza do cheiro de terra molhada pois têm que sair correndo em desespero antes que sejam arrastadas pelas águas… São muitos que se esquecem das crianças cujas infâncias são roubadas para sempre quando utilizadas como mão-de-obra escrava do narcotráfico; das trabalhadoras de educação que ao vivenciar a angústia dos salários ridículos e a violência no cotidiano de trabalho sequer conseguem exercitar a delicadeza em ensinar as lições aos seus filhos; da precariedade extrema das condições de trabalho na segurança pública, na saúde…no campo, na cidade; …dos filhos assassinados e chorados dia após dia feito o maior dos lamentos das suas mães… Renatinho, Fernando, Alexystaine, Fábio, Giovana, Maria, José… e tantos(as) muitos mais assassinados(as)  por serem pobres e pelas mais diversas formas de intolerância, covardia e preconceito.
A desestruturação ou ausência das Políticas Públicas, da máquina estatal, do planejamento e gestão com eficácia e resolutividade, do rigor técnico necessário não é apenas uma demonstração da desprezível mediocridade intelectual, da insensibilidade, da incompetência das Excelências Calhordas… de fato é uma necessidade deles para que se possam perpetuar reinos putrefatos de riqueza roubada e ostentada vulgarmente… é uma necessidade para sobrevivência desses parasitas políticos que continuem consumindo dia após dia a dignidade humana, os talentos infantis, a possibilidade concreta de vida vivida em plenitude!
Os Calhordas da Política precisam que não exista o acesso à educação, conhecimento e cultura para que a maioria continue a ser manobrada e manipulada pelas conveniências dos que compram consciências… eles precisam de um poderoso setor da classe média que tem diploma universitário mas é acovardado de forma vergonhosa… eles precisam que os serviços de saúde não funcionem para obrigar a pobreza a mendigar desesperados pelo atendimento nos comitês deles… eles precisam que a Esperança seja aniquilada das nossas vidas – todos os dias -  para que ao perdê-la eles possam, na sordidez e impunidade, continuar a construir castelos de riquezas conquistadas pelos roubos e medos impostos pelo poder!
Mas… apesar dessa gentalha que está na política para roubar cinicamente, assassinar covardemente, explorar a pobreza friamente e destruir a natureza impunemente… e como mentem!! Vamos aproveitar a beleza e alegria das Festas Juninas para renovar as nossas forças, mas sem esquecer das trincheiras em que realmente estamos e das lutas – por ética e justiça social – em que ainda somos os derrotados…por enquanto! Assim… Saudações a quem tem Coragem… Desprezo à Pusilanimidade!
* Vereadora de Maceió pelo PSOL

Da droga para a lama: imagens chocantes mostram a destruição física de viciados !!!!!!!!!!!!!!!!!


Depois de algum tempo, os cabelos já não são os mesmos. O rosto perde a cor. As bochechas somem. Os dentes caem.  A pele ganha manchas, olheiras, rugas, machucados. Os olhos perdem completamente o brilho.
Esses são os efeitos físicos mais visíveis causados pela uso de drogas pesadas, incluindo cocaína, heroína e metanfetamina – como você pode ver nas chocantes imagens abaixo.
As fotos à esquerda mostram viciados de drogas ao serem presos pela primeira vez. Às da direita, revelam as mesmas pessoas algum tempo depois, durante a segunda, terceira ou quarta passagem pela cadeia. As imagens foram organizadas pelo gabinete do xerife do Condado de Multnomah, no Estado de Oregon, nos Estados Unidos, com o objetivo de alertar a população para os efeitos reais das drogas.
E são apenas os efeitos físicos. Imaginem os efeitos psicológicos. Assustador, não?!
Fonte: Veja/Via Umarizal News
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Fotos com diferença de 7 anos
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Diferença de 3 anos
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Diferença de 3 anos
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Diferença de 4 anos
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Diferença de 2 anos
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Diferença de 4 anos
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Diferença de 7 anos
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Diferença de 6 meses
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Diferença de 4 anos
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Diferença de 11 anos
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Diferença de 8 meses
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Diferença de 1,5 anos
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Diferença de 2,5 anos
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Diferença de 1 ano
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Diferença de 3 meses

BARBÁRIE: Mulher de 26 é morta e criminosos expõe cabeça em estaca em Maceió /AL. Atenção: Imagens fortes final da matéria.!!!!!!!!!



O grupo responsável pelo tráfico de drogas do Conjunto Carminha no bairro do Benedito Bentes, em Maceió, já é conhecido da polícia pela forma cruel e violenta com que domina a região, mas nas primeiras horas deste domingo (24/07) eles deram uma demonstração de ousadia e barbárie.

Por volta das duas horas da manhã, um grupo de pelo menos cinco traficantes se dirigiu a uma residência, localizada na quadra N, dentro do Conjunto e de lá tiraram uma mulher identificada como Maria de Lourdes Farias Melo, 26 anos que estava com um parente e seus filhos.

Logo em frente à residência os traficantes a espancaram e a mataram a tiros, logo após eles percorreram alguns metros e na principal avenida do conjunto, arrancaram a cabeça e um braço da vítima, com golpes de foice e com o sangue da jovem escreveram a palavra “cabueta”. [A palavra correta é “cagüeta”].

Os traficantes ainda colocaram a cabeça da jovem nas estacas de um terreno baldio, em um claro recado a comunidade local.
Um morador que fez denúncias, ao relatar que um policial teria revelado aos traficantes que a vítima estava passando informações para a polícia sobre as atividades do grupo.

“Aqui, ou a gente se muda, ou a gente se cala, porque quem tenta denunciar para a polícia o que acontece acaba desse jeito” explicou o morador.


Cabea

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Informaçoes: Catolé Online

quinta-feira, 21 de julho de 2011

6 POR 1/2 DUZIAS

PERNAMBUCO, COMO SEMPRE A POLICIA MILITAR TROCA 06 POR MEIA DUZIA , VEJA O ART. 4º DESTA LEI, HOUVE UM GANHO REAL PARA OS CORONEIS, JÁ NO ART. 5º DESTA MESMA LEI VEM MAQUIADO, TENDO SIDO APRESENTADO RECENTIMENTE UM NOVO TEXTO, AGORA O MESMO ARTIGO VEM CONTEMPLANDO O ART.19 DA LEI COMPLEMENTAR Nº 159 DE 26 DE MARÇO DE 2010 QUE FALA DO AUMENTO DA CARGA HORÁRIA DO POLICIAIS MILITARES DE O6 PARA O8hs, PERFAZENDO UM TOTAL DE 40hs SEMANAL, FALA SÉRIO

INíCIO DAS NOVAS ESCALAS,   01 DE AGOSTO DE 2011, horário das  08:00 ás 12:00 E 14:OO ás 18:00, podendo no segundo expediente ser escalados pelo DGO,   tais como CMH,CASIS,CAS,QGG e outros. 


LEI COMPLEMENTAR Nº 169, DE 20 DE MAIO DE 2011.
 
EMENTA: Redefine a estrutura de remuneração dos Militares do
Estado de Pernambuco, e dá outras providências

 

O GOVERNADOR DO ESTADO DE PERNAMBUCO:
Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a
seguinte Lei Complementar:
 

Art. 1º Ficam reajustados, para o quadriênio de 2011 a 2014, os valores do
soldo dos Militares do Estado, bem como das gratificações instituídas pelos
artigos 8º a 12 da Lei Complementar nº 59, de 05 de julho de 2004, e
alterações, cujos efeitos se darão a
partir de 1º de julho de 2011, e de 1º de junho de cada ano subsequente, nos
termos dos Anexos I a IV da presente Lei Complementar.
 

Art. 2º Fica extinta, a partir de 1º de julho de 2011, a Gratificação Adicional de
Tempo de Serviço (GTS), instituída pela Lei nº10.426, de 27 de abril de 1990, e
alterações, por incorporação dos seus respectivos valores nominais ao soldo
dos Militares do Estado.
 

Art. 3º Das disposições constantes nos artigos anteriores não poderá resultar
decesso remuneratório para o Militar do Estado,salvo em razão de erro de
cálculo ou reforma de decisão anterior, cuja eventual diferença detectada
deverá constituir parcela de
irredutibilidade de vencimentos, expressa e fixada nominalmente.
 

§ 1º O valor da parcela de irredutibilidade de vencimentos de que trata o caput
deste artigo será definido de forma a assegurar,aos Militares do Estado, um
reajuste mínimo de 5% (cinco por cento) em relação à sua remuneração atual,
e será concedida em caráter precário, enquanto persistir a diferença que a
originou, devendo ser suprimida, parcial ou integralmente, quando de
posteriores majorações na remuneração desses servidores, a qualquer título.
 

§ 2º Para efeito do disposto no parágrafo anterior, considerar-se-á vencimentos
os valores definidos nos termos do artigo 1º,§ 2º, alínea “b”, da Lei
Complementar nº 13, de 30 de janeiro de 1995.
 

Art. 4º A Parcela de Complementação Compensatória de que trata o § 1º do
artigo 21 da Lei Complementar nº 59, de 2004, e alterações, passa a
corresponder ao valor da Gratificação de Risco de Policiamento Ostensivo
estabelecido para o militar ocupante do último posto de hierarquia da
respectiva Corporação, observados os respectivos períodos de vigência
definidos no art. 1.º desta Lei Complementar.
 

Art. 5º Aplica-se aos Militares do Estado as disposições do artigo 19 da Lei
Complementar nº 155, de 26 de março de 2010.      OBS: NOVO TEXTO  Art. 19. A Jornada de trabalho regular, no âmbito da Polícia Civil do Estado de Pernambuco, vinculada à Secretaria de Defesa Social, para os servidores ocupantes de cargos públicos efetivos, de natureza Policial Civil, fica fixada em 08 (oito) horas diárias ou 40 (quarenta) horas semanais,ressalvadas as jornadas especiais, em regime de plantão, que observarão a proporcionalidade limite de 1/3 – uma hora de trabalho, para três de descanso, na forma disposta em regulamento, a critério da administração, tendo em vista a natureza dos serviços a serem executados.
 

Art. 6º As disposições contidas nesta Lei Complementar são extensivas, no que
couber, às respectivas aposentadorias e pensões pertinentes, observada a
legislação específica em vigor.
 

Art. 7º As despesas decorrentes da execução da presente Lei Complementar
correrão por conta de dotações orçamentárias próprias.
 

Art. 8º Esta Lei Complementar entra em vigor na data de sua publicação.
 

Art. 9º Revogam-se as disposições em contrário.
 

PALÁCIO DO CAMPO DAS PRINCESAS, em 20 de maio de 2011.
 

EDUARDO HENRIQUE ACCIOLY CAMPOS 
Governador do Estado
 

WILSON SALLES DAMAZIO
FRANCISCO TADEU BARBOSA DE ALENCAR
PAULO HENRIQUE SARAIVA CÂMARA
JOSÉ RICARDO WANDERLEY DANTAS DE OLIVEIRA
ALEXANDRE REBÊLO TÁVORA
THIAGO ARRAES DE ALENCAR NORÕES
 
                 
  POSTADO POR http://www.blogdogezi.blogspot.com/

SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO DE PERNAMBUCO DIVULGA CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DO 2° SEMESTRE!!!!!!!!!!!!!!!!!


Fonte: SAD/Blog do Adeilton 9599/Blog Diniz K-9

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Pernambuco: Governo do Estado antecipa o PDS para esse mês de julho. !!!!!!!!!!

OBSERVAÇÃO: I, Terão direito o PDS - Premio de Defesa Social os PMs lotados no 11º , 1º e 20 BPM, na Região Metropolitana do Recife, no Agreste a 3ª CIPM (Companhia Independente de Polícia Militar) em Santa Cruz do Capibaribe, no Sertão o 3º BPM, em Arco Verde e 8º BPM em Salgueiro. As informaçoes são do Site Oficial da Polícia Civil de Pernambuco, já que a PMPE não irfoma nada oficialmente a sua tropa mesmo tendo um site e um Blog! No momento as 10:50 desta quarta-feira dia 20/07/11, o site oficial da PMPE continua "fora do AR".
 GOVERNO DO ESTADO ANTECIPA PAGAMENTO DE PDS PARA SERVIDORES POLICIAIS

O Governo do Estado de Pernambuco antecipou para o mês de Julho, o pagamento referente ao Prêmio de Defesa Social (PDS) para aqueles policiais lotados numa das 26 Áreas Integradas de Segurança (AIS) que conseguiram reduzir, no primeiro semestre de 2011, os índices de criminalidade, alcançando a meta de 12% prevista no Plano Estadual de Segurança Pública (Pacto Pela Vida). Na Polícia Civil, 646 servidores dentre Agentes, Escrivães e Delegados receberão a bonificação este mês, que poderia ser paga até outubro, por terem atingido o objetivo de diminuir os números de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) da sua região. Os policiais civis são lotados nas AIS’s de Apipucos, Olinda e São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife; Santa Cruz do Capibaribe, na região do Agreste e nas áreas integradas das cidades de Arcoverde e Floresta, no Sertão do estado. A Chefia de Polícia, em reconhecimento à dedicação, empenho e profissionalismo empreendido por estes servidores, resolveu através da Portaria GAB/PCPE n° 777/2011, elogiar cada um destes 646 policiais que contribuíram para alcançar esta meta.

OBSERVAÇÃO: II, Será que a PMPE lembrou-se de elogiar esses PMs que conseguiram reduzir os indices de criminalidade nas suas respectivas AIS’s? Com a palavra a PMPE.

domingo, 17 de julho de 2011

Pernambuco: Mudança no jornalismo policial do Estado. !!!!!!!!!!!!

            O Jornalista Josley Cardinot não renovou seu contrato com a Tv Jornal, segundo informes ele não gostou do Grupo de Paes Mendonça SJCC - Sistema Jornal do Commercio de Comunicação, querer proibir o comunicador de usar o TWITTER e o FACEBOOK. Cardinot assinou contrato com a TV CLUBE canal 9, afiliada da BAND em Pernambuco e sua estreia acontecerá no dia 25 de julho.

           Para suprir a saída de Cardinot a TV Jornal contratou o também jornalista e apresentador do Ronda Geral, Sérgio Dionízio da TV Tribuna. Sérgio Dionízio já estreia nesta segunda-feira a partir das 12:30 na TV Jornal.

           A TV Tribunal não sabe se oficializa o apresentador Eduardo Moura do Ronda Geral 1ª Edição ou se contrata outro apresentador para o Ronda Geral 2ª Edição.


OBSERVAÇÃO: O programa de Sérgio Dionízio que estreia nesta segunda 18/07/11, se chamará "PLANTÃO 190".

SERRA MIRA LULA COMO ADVERSÁRIO 2014 NÃO DILMA .!!!!!!!

Para Serra, o adversário de 2014 será Lula, não Dilma


Ao esboçar seus planos para 2014, o tucano José Serra faz apostas que destoam da média das opiniões disponíveis.
Para Serra, o antagonista do PSDB na próxima sucessão presidencial será Lula, não Dilma Rousseff.
Decidido a disputar pela terceira vez, Serra desdenha também da tese segundo a qual Aécio Neves tornou-se a bola da vez do tucanato.
Em privado, Serra acalenta a expectativa de que Aécio não se animará a medir forças com o PT se o oponente for Lula.
Algo que não ocorre com ele. Entre quatro paredes, Serra declara que tudo o que deseja é um novo confronto eleitoral com Lula.
Nos dois embates anteriores, levou a pior. Em 2002, perdeu para o próprio Lula. Em 2010, foi batido pela candidata de Lula, uma Dilma novata em urnas.
Serra acredita que o PSDB não terá como desprezar os 43,7 milhões de votos que ele obteve no ano passado.
Avalia que Dilma não será candidata à reeleição por duas razões: 1) Diz que, embora negue, Lula quer voltar. 2) Declara que a gestão Dilma resultará em fracasso.
Na opinião de Serra, os primeiros seis meses de Dilma foram marcados pelo desperdício de tempo.
Acha que, rendida por uma herança que não pode denunciar e sitiada por interesses partidários subalternos, Dilma absteve-se de tratar do essencial.
Não cuidou da reforma tributária. Elevou os juros em vez de rebaixá-los. E não desarmou a armadilha da sobrevalorização do Real.
Enxerga o recrudescimento do que chama de “desindustrialização”. E vaticina: as baixas taxas de investimento público agravarão os gargalos da infraestrutura.
Por todas essas razões, Serra defende internamente que a oposição escale sobre Dilma, adotando, desde logo, um discurso mais incisivo.
Contra a vontade de Serra conspiram os fatos. Formou-se dentro do PSDB uma densa maioria pró-Aécio.
Na eleição de 2010, além de empurrar para dentro de sua biografia uma segunda derrota presidencial, Serra colecionou desafetos.
Aécio cavalga essa insatisfação. Dono de um mandato de oito anos no Senado, não teria, em tese, razões para fugir das urnas em 2014.
Ainda que o rival seja Lula, Aécio tem pouco a perder. Na pior hipótese, leva a cara à TV, enverniza a imagem para embates futuros e retorna ao Senado.
Para o grosso da cúpula do PSDB, Serra precisa concentrar-se em 2012, não em 2014. O partido quer saber dele se vai ou não disputar a prefeitura de São Paulo.

Sobre o sonho do Cel PM Carlos Magno Nazareth Cerqueira de uma polícia cidadã ~!!!!!!!!!


Estou relendo alguns pensamentos do Cel PM Carlos Magno Nazareth Cerqueira reunidos num livro recentemente lançado (capa em destaque). Esse interesse específico me fez lembrar o Plano Diretor da PMERJ por ele concebido com rara precisão técnica e difundido no âmbito da corporação. Lembra-me bem cada parte daquele documento que, segundo a ótica do Cel Cerqueira, deveria servir para mudar atitudes internas de modo a se consagrar novos comportamentos, em especial entre a oficialidade. Deste modo, numa segunda etapa, − e por meio principalmente de um novo aprendizado a ser instituído em concursos e cursos internos, − sonhava o Cel Cerqueira com uma nova polícia e um novo policial.
O Plano Diretor fora calcado nos conceitos da Teoria Geral da Administração e focava com prioridade o Desenvolvimento Organizacional1, teoria integrante daquela outra e voltada para a efetivação de mudanças no comportamento da tropa até então predominantemente repressivo. Sonhava o Cel Cerqueira com uma polícia preventiva por excelência, modelo operacional compatível com a nova ordem democrática que se iniciava no país. Anos depois, o ilustre comandante-geral, estudioso da criminalidade, admitia num texto por ele subscrito: “Como me enganei!”
2Ele defendia um modelo de policiamento a partir de efetiva integração comunitária. Passou então a disseminar suas ideias e ideais no campo restrito das atitudes. Psicólogo formado, sabia que para mudar o comportamento institucional da PMERJ era necessário mudar antes a atitude dos seus integrantes, ou seja, por meio do convencimento e do conhecimento. Não pretendeu em momento algum impor uma “mudança revolucionária”3, mas antes pretendia que essa mudança fosse lenta (“mudança evolucionária”4) e que se consolidasse no tempo e no espaço. Não foi bem assim...
Hoje, passados os anos, não me saem da cabeça algumas conversas que entabulei com o Cel Cerqueira. Tive esta oportunidade por atuar no Estado-Maior durante o seu primeiro comando. E, por ser formado em Ciências Administrativas, muitas vezes concordei ou discordei dele (ele amava trocar impressões e era ótimo ouvinte). Um dos pontos em que eu discordava dele dizia respeito exatamente à intenção de mudar atitudes em vez de impor novos comportamentos. Ele rebatia assegurando não poder impor novos comportamentos numa instituição agrilhoada a processualismos internos e escudada numa legislação anacrônica desde séculos. Pra começo de conversa, a PM era e continua sendo “força auxiliar reserva do Exército”. Esta saudosista norma constitucional servia e serve de trincheira segura para aqueles que resistiam e resistem às mudanças. Alcançá-los só seria possível instituindo novas atitudes. Confesso que me coloquei cético e de certo modo inflexível quanto às mudanças por ele pretendidas, não que fosse contrário a elas, mas eu as antevia como impossibilidade ante a conjuntura em vigor na segurança pública. Aliás, vigora ainda hoje a mesmíssima conjuntura...
O Cel Cerqueira chegou ao final do seu comando com algumas vitórias significativas, porém apreciando um cisma interno jamais visto: uma ruptura entre a oficialidade marcada pela dicotomia “fodões” (oficiais operacionais, defensores do modelo repressivo) e “bundões” (oficiais burocratas, defensores da integração comunitária e da prevenção). Não seria problema se tal ruptura não colhesse frutos danosos no cotidiano da vida corporativa. Todos devem lembrar o discurso de campanha do governante seguinte ao Sr. Leonel Brizola, Sr. Moreira Franco, que prometia “acabar com a criminalidade em seis meses”, mote vitorioso que deu poder interno aos “fodões”. E assim se passaram mais quatro anos de discórdia interna, com a tradição repressiva e a resistência às mudanças retomando o terreno anteriormente perdido. Tanto que a moda interna dos “fodões” era se referir à “integração comunitária” como “interferência comunitária”...
Ocorre que o Sr. Leonel Brizola reassumiu o governo, o Cel Cerqueira tornou ao comando da corporação, e com ele ressuscitaram suas boas ideias antes sepultadas. Claro que foi um comando diferente: o primeiro, cheio de sonhos inalcançados; o segundo, eivado de rancores. Porque, em vez de consagrar definitivamente o Plano Diretor, o Cel Cerqueira se viu obrigado a conviver com a ruptura, claro que tomando partido a favor dos “bundões” que antes foram combatidos a ferro e fogo pelos “fodões”. O resultado da ruptura, porém, não se resumiu ao campo das especulações teóricas: houve retaliações de parte a parte, inimizades surgiram e se aprofundaram, e muitas carreiras foram danificadas. Enfim, tudo terminou em desastre, o que os partidários de ambas as correntes evitam hoje comentar: sobreviveu uma PMERJ indefinida e traduzida por facções.
Essas facções estão em plena vigência e aprofundam suas dissidências para o campo pessoal, a ponto de não mais se discutir na corporação nenhuma doutrina ou conceito, nada, ficando tudo não “como dantes no quartel de Abrantes”, mas pior que “dantes no quartel de Abrantes”. Na verdade, a PMERJ de hoje, fragilizada por falta absoluta de doutrina; serve às idiossincrasias políticas e se confunde com a Torre de Babel, acertando e errando em confusão resumida à indefinição do seu papel institucional. Porque hoje, e diferentemente de antes, não há privilégios para “fodões” em detrimento de “bundões” nem vice-versa. Atende-se ao personalismo político, e a aleatoriedade operacional decorrente produz situações tragicômicas que vão do máximo aplauso (UPPs) à máxima vaia (morte de inocentes em ações repressivas onde não há UPPs). Ah, se o Cel Cerqueira estivesse vivo decerto repetiria a sua máxima desanimadora: “Como me enganei!”
Ou talvez não, pois a aparente turbulência guarda em si muitas tentativas de mudança que se escudam em seus (dele) exaustivos estudos (tábua de salvação). É o caso das UPPs hoje implantadas em modelo estrutural experimental. Sem ostentar portentosos aquartelamentos, elas ultrapassam em efetivo a fração do Posto de Policiamento Comunitário (PPC) e do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO). E amanhã poderão servir de inspiração (mudança de atitude) para diminuir o tamanho dos quartéis (comportamento revolucionário). Não por obra e graça de irresponsabilidades governamentais, mas por meio de negociações justas e aquisição de imóveis menores e bem localizados. Eis como se deve descentralizar racionalmente o efetivo, impondo-lhe vocação policial, “formato” ideal a atender à “função”, significando o inverso do que o Cel Cerqueira, em severa crítica, denominava como “pequenos exércitos” ao se referir às Polícias Militares.
É verdade!... O Cel Cerqueira não se enganou... Sua semente floresce, porque, defeituosas ou não, vaiadas ou aplaudidas, as UPPs (fruto de conceitos dele) não mais serão desativadas a não ser por conta de raios e trovões. Por outro lado, serão elas, as UPPs, − no melhor sentido condenadas à proliferação por todo RJ, − serão elas, as UPPs, que determinarão o fim dos grandes efetivos concentrados em batalhões e companhias independentes a pretexto de esperar alguma mobilização pelo Exército para fins de Segurança Interna ou Guerra (hipóteses remotíssimas). Mas segurança pública não é só PM...
A realidade é que a segurança pública no Brasil lembra um edifício destinado a uma numerosa coletividade, mas desprovido banheiros por falha arquitetural. E por mais que tentem reparar o prédio, e novas formas sejam sugeridas (em normas constitucionais, leis e decretos federais, avisos ministeriais etc.) não desenham banheiros, permanecendo o edifício, portanto, inabitável. Sim, a forma não pode seguir a função, pondo por terra a máxima arquitetural de Louis Sullivan (1988)5: “O formato segue a função”. Eis o ponto em que esbarrou o sonho do Cel Cerqueira: ele almejou mudar a “função”, mas não lhe era dado, como Comandante-Geral ou Secretário de Estado de Polícia Militar, o poder de interferir no “formato”, que pertence à União como intransponível óbice conjuntural: as Polícias Militares são “forças auxiliares reserva do Exército” e, segundo a Lei Maior, “compete privativamente à União legislar sobre: (...) normas gerais de organização, efetivos, material bélico, garantias, convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros militares;” (Inciso XXI do Art. 22 da CRFB). O grifo meu na organização se deve ao ensinamento da TGA (Teoria Geral da Administração) no sentido de que, para existir, uma organização não pode prescindir de cinco variáveis básicas: “estrutura, tecnologia, ambiente, tarefa, e pessoas”. Acresce a este rol, atualmente, a “competitividade”, sem a qual uma organização poderá ser extinta para dar lugar a alguma concorrente com maior grau de eficiência (estrutural), com acurada eficácia (resultados ótimos) e com maior efetividade (aplausos).
Quando me refiro à segurança pública como aquele edifício sem banheiros, tento resumir o esforço inútil dos amantes deste campo específico do conhecimento que até hoje se observa no mundo acadêmico. São geralmente sociólogos, psicólogos sociais, cientistas sociais, juristas, antropólogos e semelhantes, demais de diversos profissionais de polícia que se dedicam a avaliar exaustivamente como as coisas são feitas em sucesso ou fracasso, mas todos proibidos de indagar: “Por que são feitas?” Foi para vencer esse obstáculo petrificado na Carta Magna que o Cel Cerqueira tentou (e parece que minimamente logrou) mudar atitudes e comportamentos dentro e fora da instituição. Pena que a morte o tenha surpreendido exatamente quando ele reunia todas as suas vivências para jorrar na sociedade suas abalizadas conclusões. Entretanto, não podemos ignorar o maior de todos os óbices: em se tratando de segurança pública, enquanto não se alterar a Carta Magna e leis referentes (“mudança revolucionária”) para se modificar o “formato”, tudo será pouco no sentido de mudar a “função”.